Capoeira song "Oi sim, sim, sim - Oi não, não, não" by Mestre Jogo de Dentro.
Lyrics
Oi sim, sim, sim Oi não, não, não
(Coro) Oi sim, sim, sim Oi não, não, não
Oi não, não, não Oi sim, sim, sim
(Coro) Oi sim, sim, sim Oi não, não, não
Mas hoje tem, amanhã não Mas hoje tem, amanhã não
(Coro) Oi sim, sim, sim Oi não, não, não
There's a lot of way that you can sing this song. He only uses the most basic one which is the first two lines of the song. With this two lines you can just keep singing over and over again only making a few changes along the way. He only sang this way for two minutes, but you can sing this for five minutes or more. Definitely one of my favorites to sing in a small or big roda.
Porque será, porque será Que hoje o negro não veio trabalhar Porque será, porque será (coro) Que hoje o negro não veio trabalhar (coro)
Já correu notícia, houve morte em Palmares Morreu o negro, chamado Gangazumba Já correu notícia, houve morte em Palmares Mataram o negro, chamado Gangazumba
coro 2x
Naquele tempo, não existía a princesa Não havia pão na mesa Só tinha o canavial Era o suor, era o sangue derramado Era o trabalho do negro Dia e noite sem parar
(coro) 2x
E hoje em dia depois o canavial vem o relógio de ponto que não para de marcar Se o negro tá doente e não consegue chegar O patrão ou sinhozinho já começa reclamar Porque será
Escutei alguém falar, que jogava capoeira Era forte, era valente, não era de brincadeira De verdade meu amigo, capoeira é uma arte Pra se jogar com emoção. Tem que ser forte e valente, mas saber jogar com a mente É com amor no coração Eh, eh, viva meu Deus
Sinhá Vou jogar capoeira lá na Ribeira, lá em Maré Eu falei pra sinhá Vou jogar capoeira Eu falei pra sinhá lá no Abaeté Sobe a luz da candeia vai iluminar teus caminhos de fé
Sinhá mora na casa grande, tem tudo que ela quiser Foi passear na Senzala e lá aprendeu a jogar A mandinga da Angola e o jogo da Regional Se apaixonou pela danca e la aprendeu a jogar Eu falei pra sinhá
(Coro) Sinhá Vou jogar capoeira lá na Ribeira, lá em Maré Eu falei pra sinhá Vou jogar capoeira Eu falei pra sinhá lá no Abaeté Sobe a luz da candeia vai iluminar teus caminhos de fé
Sinhá mora na casa grande, tem tudo que ela quiser Foi passear na Senzala e lá aprendeu a jogar A mandinga da Angola e o jogo da Regional Se apaixonou pela danca e la aprendeu a jogar Eu falei pra sinhá
(Coro) Sinhá Vou jogar capoeira lá na Ribeira, lá em Maré Eu falei pra sinhá Vou jogar capoeira Eu falei pra sinhá lá no Abaeté Sobe a luz da candeia vai iluminar teus caminhos de fé
Capoeira song "Aidê Negra Africana" by Marquinho Coreba.
It is a story of an African girl slave, Aidê, whose master wanted to marry her. Aidê didn't want though and escaped to the quilombo of Camugerê, a society of escaped slaves. The master then said that if Aidê doesn't marry him, she can't marry anyone else, and went to the quilombo of Camugerê to find her. There, another African escaped slave stood in his way, fought, and eventually killed the master...
The song is from Mestre Mao Branca's CD 'Capoeira Gerais International'. You can check the CD here:
Aidê era uma negra africana, Tinha magia no seu cantar Tinha os olhos esverdeados E sabia como cozinhar, Sinhozinho ficou encantado E com aide ele quis se casar Eu disse: Aidê, não se case, va pro quilombo pra se libertar, Aidê
foge pra camugerê (coro)
No quilombo de camugere Liberdade Aidê encontrou Juntou-se aos negros irmãos, Descobriu um grande amor Hoje aide canta sorrindo, Ela fala com muito louvor : Liberdade não tem preço, O negro sabe quem te libertou, Aidê
foge pra camugere (coro)
Sinhozinho que disse então com o quilombo eu vou acabar se Aidê não se casa comigo, com ninguém ela pode casar, Aidê
foge pra camugere (ref)
Chegando em camugere, Sinhozinho se surpreendeu O negro mostrou uma arma, Que na senzala se desenvolveu O negro venceu a batalha, E no quilombo sinhozinho morreu, Aidê